Um deleite para a alma

O grande C. S. Lewis disse: Se fôssemos perfeitos, a oração não seria um dever, mas um deleite. "Podemos orar apenas porque ela nos faz sentir bem, ou meditar porque faz parte de um estilo de vida mais saudável. A oração passa a ser um instrumento para o nosso bem-estar, e quando isso acontece, ela se torna um fim em si mesma. Na verdade, se torna um fim inútil. Envolvidos por tais técnicas, nos esquecemos para quem oramos, perdendo de vista o relacionamento que desejamos manter com Deus". 
Como precisamos pedir graça ao Eterno Deus para que a oração se torne em nós esse deleite, esse momento de desfrutar amizade e intimidade com a Trindade. Esse momento onde dizemos para ela o que somos, seres pecadores e carentes do amor e bondade do Eterno. Como precisamos da oração como fonte do coração. Não é por acaso que Paulo nos deixou a recomendação divina: Orai sem cessar. 
A oração precisa voltar a ser o espaço de conversa da alma com graça, amizade e intimidade. Oramos para ser moldados e lapidados pelo Eterno, não para termos a satisfação do ego e da bênçãos divinas. Oramos para nos alimentar da comunhão e amizade com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Aprendemos a orar do jeito divino! (Alcindo Almeida).

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